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Organize e acesse facilmente seus aplicativos com o Apps Organizer para Android

Os usuários que possuem vários aplicativos instalados podem ter problema para acessá-los rapidamente, tendo de rolar entre uma grande lista, dependendo do launcher que usar ou mesmo se tiver o Android mais padronizado.

O Apps Organizer para Android facilita em muito a vida, já que ele permite associar etiquetas aos programas, ou mesmo colocá-los como favoritos.

O acesso aos programas pode ser pelo próprio Apps Organizer, podendo ver todos aplicativos (tela acima), ou ver os programas por etiquetas. A outra opção é melhor e acessada ao se criar widgets que podem ser acessados na tela principal do Android ou outro launcher.

Os widgets podem ser para apresentar os programas de determinada etiqueta (jogos, Android…), para os aplicativos marcados como favoritos, ou para todos. Nesse caso ao se tocar no widget ele irá listar as etiquetas, como jogos, Internet, Android, multimidia, e ao selecionar uma etiquetas os programas marcados com ela serão apresentados. Usar widgets ou mesmo criar atalho para o Apps Organizer facilita muito o acesso aos seus programas.

Como ele é voltado para aplicativos, tem ainda uma maneira fácil para desinstalar os programas. Por fim o usuário ainda pode configurar suas etiquetas, que são as categorias dos programas.

O Apps Organizer, para Android 1.5 ou mais recente, é gratuito, e está disponível em português.

Veja: Apps Organizer para Android.

App Inventor vai permitir criar aplicações para o Android facilmenteAcesse a Internet com o notebook usando a conexão do smartphoneOrganize suas coleções de CD, filmes, jogos, etc, com o PackRatMono permite criar aplicativos para o Android usando o Microsoft Visual StudioChrome to Phone extension envia facilmente links para o Android

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HD 12c Calculator é a HP 12C para Android

A HP 12C, apesar da sua idade já avançada, continua sendo um sucesso, e os programas emuladores também costumam ser, como a KK-12C para o Palm, dentre outros.

Para o Android sempre houve uma certa carência nessa área, sendo que a HD 12c Calculator vem a ser uma boa solução.

O programa simula a calculadora financeira HP 12C, com o mesmo layout e funções.

São suportadas inúmeras resoluções de tela, tem como ativar o som do toque na tela e vibração, salvar e ler programas no cartão de memória, dentre outros recursos extras.

Para quem trabalha ou estuda na área, esse pode ser um programa bastante interessante.

Veja: HD 12c Calculator para Android.

Calculadora avançada no Android com a Advanced CalculatorCalcule as gorjetas com o Tip Calculator para BlackBerryVocabulário agora para o AndroidVeja os próximos compromissos com o Simple Calendar Widget para AndroidEvernote para Android ganha vários recursos na versão 2.0Na(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Áreas Profissionais. Coloque nos favoritos esse link.

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Escute mais de 50.000 radios no Android, e outros sistemas, sem gastar nada

Que tal poder escutar praticamente qualquer rádio em seu smartphone, e em qualquer lugar?

Se a idéia te atrai, a recomendação é usar o TuneIn Radio para o Android. O aplicativo, que segue o mesmo padrão do site, oferece uma variedade enorme de rádios, tanto do exterior como do Brasil.

O programa para Android funciona sem problema, e oferece um widget que o deixa ainda mais fácil de usar. Você pode escolher as rádios preferidas, as que estão perto de você, que vai apresentar rádios de sua cidade e próximas, por gênero, por idioma, debates, além de oferecer várias outras maneiras para encontrar as rádios.

O TuneIn Radio do Android ainda tem podcast, pode pegar os favoritos do site, caso você tenha uma conta no mesmo, modo para dormir, e tem alarmes, para você acordar com sua rádio favorita.

O programa é grátis, e roda no Android 1.6 ou mais recente.

Altamente recomendado para todos que curtem uma música, ou mesmo rádios com notícias.

Você gostou do programa mas não tem um Android? Não se desespere, pois há versões para iOS, BlackBerry, webOS, Bada e Windows Mobile, mas em alguns casos os programas são pagos.

Veja:

Escute inúmeras rádios on-line com o Mundu Radio para SymbianEscute 1.200 rádios em seu smartphone Android com o iRadioPlusEscute rádios da polícia e corpo de bombeiro com o BBScanner para BlackBerryWinamp para Android agora suporta Shoutcast e sincronismo sem fioVeja mais de 14.000 câmeras ao vivo com o Worldscope para Android

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Adobe Flash Player 10.3 para Android chega com correções

Não tem muito tempo que foi lançada a versão 10.2 final do Flash Player, e já está disponível para download a 10.3.

As mudanças são basicamente para a correção de problemas e melhorias de segurança.

O Flash Player roda no Android 2.2 ou superior, incluindo os tablets com Android 3.0.

Como sempre é recomenda a atualização.

Veja: Adobe Flash Player para Android.

Adobe Flash Player 10.2 final para tablets Android disponívelAdobe Flash Player 10.2 disponível no Android MarketAdobe Flash Player 10.1.106.15 disponível para AndroidAdobe Air do Android atualizado para a versão 2.6Novo aplicativo da Adobe permite criar PDF no AndroidNa(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Grátis, Internet. Coloque nos favoritos esse link.

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Multilaser terá tablet com Android Froyo fabricado no Brasil

Empresa espera vender 70 mil unidades do aparelho neste ano e a partir de junho também iniciará a fabricação no país

A Multilaser está lançando no país o Tablet Multilaser Life. Montado no Brasil na unidade da empresa em Extrema (MG) – e com previsão de fabricação local a partir de junho deste ano, o aparelho promete conquistar rapidamente o mercado por conciliar tecnologia de ponta a um preço extremamente competitivo: R$ 799,00.

“Sem dúvida este é o nosso maior lançamento até o momento neste ano. O Tablet Multilaser Life poderá ser adquirido por muitos consumidores que vinham sonhando com este tipo de aparelho mas até então ainda achavam os preços inacessíveis”, afirma Reinaldo Paleari, gerente de Produtos da Multilsaser. A expectativa da empresa é comercializar 70 mil unidades até o final do ano.

O Tablet Multilaser Life tem tela touchscreen de 8”, G-sensor (sensor de gravidade que faz a imagem girar automaticamente de acordo com a posição do dispositivo) e sistema Android 2.2, que permite baixar vários aplicativos da internet para deixar o aparelho ainda mais completo.

O lançamento tem conexão com redes Wi-Fi. As opções de entretenimento também são amplas, é possível ouvir músicas, assistir vídeos, jogar, fotografar e filmar, além de ler livros e baixar aplicativos. O aparelho possui alto-falantes internos com alta qualidade sonora, de acordo com nota publicada à impensa.

A novidade da Multilaser também conta com diversas portas de entrada para conectar vários dispositivos como adaptador de energia DC, fones de ouvido, cartão de memória micro SD e entrada mini USB.

A memória interna do Tablet Multilaser Life é de 4 GB, sendo expansível para até 16 GB (poderia ser maior, né) com o uso de cartão micro SD (não incluso) e a memória RAM é de 512 MB. O aparelho utiliza bateria de lítio recarregável e vem com adaptador AC, cabo USB e manual de instruções em português.

Especificações:
. Sistema Operacional: Android 2.2
. CPU: Freescale A8 (Mx515) 1.2 GHz
. Memória RAM: 512 MB
. Memória interna: 4 GB (flash)
. Memória extensível até 16 GB por cartão de memória microSD
. Wireless: 802.11 b/g
. Alto-falante e microfone embutidos
. Bateria de lítio: 3,5 V 3900 mAH (duração: 4h em Standby ou 2,5 h, repro-duzindo vídeo ou wi-fi ligado)
. Resolução: 800 x 600
. Portas: fones de ouvido, cartão de memória e conector multifuncional de 30 pinos
. Formatos de vídeo suportados: 720p MKV (h.264 HP), RMVB e MPEG-4/FLV
. Formatos de áudio suportados: MP3, WMA, FLAC, AAC, AC3, OGG e WAV
. Formatos de imagem suportados: JPEG, PNG, BMP e GIF
. Formatos de e-livro suportados: PDF, TXT, CHM, DOC, XLS e PPT
. Fonte de Alimentação: AC 100-240V, 50-60HZ e DC 9V-1.5A;
. Conteúdo da embalagem: tablet PC Life Multilaser, adaptador USB, carre-gador DC e manual de instruções.

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Tablets Android deveriam ser mais baratos

O CEO da Nvidia aponta o custo como uma das causas para as fracas vendas dos tablets Android

O CEO da Nvidia mostrou em reportagem da CNet o seu desagrado com o atual estado das vendas dos tablets Android, cujos números mostram uma adesão mais fraca que o antecipado. Vale lembrar que a Nvidia fabrica o Tegra 2, o chipset usado pelos tablets equipados com o Android 3.0, também conhecido por Honeycomb.

A Motorola colocou no mercado 250 mil Xoom, o seu tablet Honeycomb, um número muito inferior aos da Apple, que vendeu cerca de um milhão de iPads 2 só no primeiro fim de semana em que disponibilizou este produto. O Jen-Hsun Huang, CEO da Nvidia, disse que o problema não era só o fato de haver poucas aplicações para tablets Android, como dizia o CEO da Motorola Mobility. Huang argumenta que existem vários problemas, incluindo o preço e a capacidade dos vendedores.

“A configuração base inclui 3G, quando não deveria”, disse. “Os tablets devem ter uma configuração Wi-Fi e ser mais baratos. Estes estão vendendo mais depressa que aqueles configurados com 3G e totalmente equipados”. Huang conclui dizendo que “é (também) um problema relativo à riqueza dos programas”.

Depois destas críticas, o CEO da Nvidia concluiu que “estes problemas estão a sendo resolvidos. A rapidez a que estes tablets com Tegra 2 e Honeycomb estão sendo melhorados é realmente impressionante. Julgo que os fabricantes já reconheceram esta questão e reajustaram os seus planos”.

A propósito da dificuldade em fazer com que o consumidor comum perceba a utilidade de um tablet, Richard Shim, analista na DisplaySearch disse num blog que “continuamos a acreditar que a Apple tem uma vantagem clara no que toca à distribuição de iPads e que tal continuará a ser verdade no futuro. A Apple é não só melhor em apresentar os seus produtos aos consumidores, através de pessoal de vendas dedicado, como também tem maior margem de lucro que os seus concorrentes, que dividem lucros com os revendedores”.

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SPB Shell 3D 1.1 para Android chega com novidades diversas

No fim de março foi lançado o SPB Shell 3D para Android, que recebeu depois algumas atualizações, principalmente para correções de problemas.

Agora a SPB acabou de disponibilizar a versão 1.1 do SPB Shell 3D para Android, com algumas novidades:

Suporte a fundos de tela animados;Widget 3D para aniversários;Lista 3D para rolagem pelos programas;Suporte a eventos para todo o dia;Painel de calendário redesenhado;Opção de widget livre;Correção de bugs relacionados a estabilidade do aplicativo;Melhorias da performance e consumo de memória.

O programa transforma a tela principal do Android em um ambiente 3D, onde é possível mudar rapidamente entre as telas, com gestos simples. Os recursos de pastas inteligentes, com acesso fácil aos programas direto da tela principal, e os widgets em 3D para diversas funções, como hora mundial e previsão do tempo, são intuitivos e poderosos.

Além dos widgets específicos da SPB os usuários podem colocar nas telas todos os widgets disponíveis para o Android.

O SPB Shell 3D roda de forma suave, mas é preciso possuir um smartphone com o Android 2.1 ou mais recente, e que tenha uma controladora gráfica compatível com o OpenGL ES 2.0, e 9MB de espaço livre.

Esse é um ótimo programa, que demorou para chegar, mas está fazendo o maior sucesso, apesar de não ser gratuito.

Assista ao vídeo com alguns recursos do aplicativo:

Veja: SPB Shell 3D para Android.

representação teatral, peça dramática, ação notável, coisa realizada, atuação, realização, execução, cumprimento, proeza [performance]SPB Shell 3D para Android chega com recursos muito bons, mas custando caroSPB Mobile Shell agora na versão 3.7 para SymbianPhoneWeaver 1.3 para Android com várias novidadesSPB Mobile Shell 3.7.1 para SymbianSPB Mobile Shell no Sony Ericsson Vivaz

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LauncherPro 0.8.6 para Android suporta pacote de ícones e mais

O popular programa LauncherPro ganhou uma atualização, para a versão 0.8.6 para Android.

O LauncherPro substitui a tela principal do Android, adicionando diversos recursos, como o suporte a até 7 telas virtuais e diversos efeitos de transição. Está disponível apenas em inglês.

Dentre as novidades dessa versão está o suporte a pacote de ícones, mudanças no looping da tela principal, melhorias na performance e correções de problemas.

O LauncherPro tem as versões gratuita e paga.

Veja: LauncherPro para Android.

LauncherPro 0.8.4 para Android tem correções, widget de email e maisAdobe Air do Android atualizado para a versão 2.6BerryBuzz para BlackBerry 3.2.18 suporta novos aplicativosSelecionar e copiar texto ficou mais fácil no Gmail do AndroidDolphin Browser HD já suporta o Android 2.3Na(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Grátis, Launcher, Utilitários. Coloque nos favoritos esse link.

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Adobe Flash Player 10.3 para Android chega com correções

Não tem muito tempo que foi lançada a versão 10.2 final do Flash Player, e já está disponível para download a 10.3.

As mudanças são basicamente para a correção de problemas e melhorias de segurança.

O Flash Player roda no Android 2.2 ou superior, incluindo os tablets com Android 3.0.

Como sempre é recomenda a atualização.

Veja: Adobe Flash Player para Android.

Adobe Flash Player 10.2 final para tablets Android disponívelAdobe Flash Player 10.2 disponível no Android MarketAdobe Flash Player 10.1.106.15 disponível para AndroidAdobe Air do Android atualizado para a versão 2.6Novo aplicativo da Adobe permite criar PDF no AndroidNa(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Grátis, Internet. Coloque nos favoritos esse link.

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Multilaser terá tablet com Android Froyo fabricado no Brasil

Empresa espera vender 70 mil unidades do aparelho neste ano e a partir de junho também iniciará a fabricação no país

A Multilaser está lançando no país o Tablet Multilaser Life. Montado no Brasil na unidade da empresa em Extrema (MG) – e com previsão de fabricação local a partir de junho deste ano, o aparelho promete conquistar rapidamente o mercado por conciliar tecnologia de ponta a um preço extremamente competitivo: R$ 799,00.

“Sem dúvida este é o nosso maior lançamento até o momento neste ano. O Tablet Multilaser Life poderá ser adquirido por muitos consumidores que vinham sonhando com este tipo de aparelho mas até então ainda achavam os preços inacessíveis”, afirma Reinaldo Paleari, gerente de Produtos da Multilsaser. A expectativa da empresa é comercializar 70 mil unidades até o final do ano.

O Tablet Multilaser Life tem tela touchscreen de 8”, G-sensor (sensor de gravidade que faz a imagem girar automaticamente de acordo com a posição do dispositivo) e sistema Android 2.2, que permite baixar vários aplicativos da internet para deixar o aparelho ainda mais completo.

O lançamento tem conexão com redes Wi-Fi. As opções de entretenimento também são amplas, é possível ouvir músicas, assistir vídeos, jogar, fotografar e filmar, além de ler livros e baixar aplicativos. O aparelho possui alto-falantes internos com alta qualidade sonora, de acordo com nota publicada à impensa.

A novidade da Multilaser também conta com diversas portas de entrada para conectar vários dispositivos como adaptador de energia DC, fones de ouvido, cartão de memória micro SD e entrada mini USB.

A memória interna do Tablet Multilaser Life é de 4 GB, sendo expansível para até 16 GB (poderia ser maior, né) com o uso de cartão micro SD (não incluso) e a memória RAM é de 512 MB. O aparelho utiliza bateria de lítio recarregável e vem com adaptador AC, cabo USB e manual de instruções em português.

Especificações:
. Sistema Operacional: Android 2.2
. CPU: Freescale A8 (Mx515) 1.2 GHz
. Memória RAM: 512 MB
. Memória interna: 4 GB (flash)
. Memória extensível até 16 GB por cartão de memória microSD
. Wireless: 802.11 b/g
. Alto-falante e microfone embutidos
. Bateria de lítio: 3,5 V 3900 mAH (duração: 4h em Standby ou 2,5 h, repro-duzindo vídeo ou wi-fi ligado)
. Resolução: 800 x 600
. Portas: fones de ouvido, cartão de memória e conector multifuncional de 30 pinos
. Formatos de vídeo suportados: 720p MKV (h.264 HP), RMVB e MPEG-4/FLV
. Formatos de áudio suportados: MP3, WMA, FLAC, AAC, AC3, OGG e WAV
. Formatos de imagem suportados: JPEG, PNG, BMP e GIF
. Formatos de e-livro suportados: PDF, TXT, CHM, DOC, XLS e PPT
. Fonte de Alimentação: AC 100-240V, 50-60HZ e DC 9V-1.5A;
. Conteúdo da embalagem: tablet PC Life Multilaser, adaptador USB, carre-gador DC e manual de instruções.

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Tablets Android deveriam ser mais baratos

O CEO da Nvidia aponta o custo como uma das causas para as fracas vendas dos tablets Android

O CEO da Nvidia mostrou em reportagem da CNet o seu desagrado com o atual estado das vendas dos tablets Android, cujos números mostram uma adesão mais fraca que o antecipado. Vale lembrar que a Nvidia fabrica o Tegra 2, o chipset usado pelos tablets equipados com o Android 3.0, também conhecido por Honeycomb.

A Motorola colocou no mercado 250 mil Xoom, o seu tablet Honeycomb, um número muito inferior aos da Apple, que vendeu cerca de um milhão de iPads 2 só no primeiro fim de semana em que disponibilizou este produto. O Jen-Hsun Huang, CEO da Nvidia, disse que o problema não era só o fato de haver poucas aplicações para tablets Android, como dizia o CEO da Motorola Mobility. Huang argumenta que existem vários problemas, incluindo o preço e a capacidade dos vendedores.

“A configuração base inclui 3G, quando não deveria”, disse. “Os tablets devem ter uma configuração Wi-Fi e ser mais baratos. Estes estão vendendo mais depressa que aqueles configurados com 3G e totalmente equipados”. Huang conclui dizendo que “é (também) um problema relativo à riqueza dos programas”.

Depois destas críticas, o CEO da Nvidia concluiu que “estes problemas estão a sendo resolvidos. A rapidez a que estes tablets com Tegra 2 e Honeycomb estão sendo melhorados é realmente impressionante. Julgo que os fabricantes já reconheceram esta questão e reajustaram os seus planos”.

A propósito da dificuldade em fazer com que o consumidor comum perceba a utilidade de um tablet, Richard Shim, analista na DisplaySearch disse num blog que “continuamos a acreditar que a Apple tem uma vantagem clara no que toca à distribuição de iPads e que tal continuará a ser verdade no futuro. A Apple é não só melhor em apresentar os seus produtos aos consumidores, através de pessoal de vendas dedicado, como também tem maior margem de lucro que os seus concorrentes, que dividem lucros com os revendedores”.

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LauncherPro 0.8.6 para Android suporta pacote de ícones e mais

O popular programa LauncherPro ganhou uma atualização, para a versão 0.8.6 para Android.

O LauncherPro substitui a tela principal do Android, adicionando diversos recursos, como o suporte a até 7 telas virtuais e diversos efeitos de transição. Está disponível apenas em inglês.

Dentre as novidades dessa versão está o suporte a pacote de ícones, mudanças no looping da tela principal, melhorias na performance e correções de problemas.

O LauncherPro tem as versões gratuita e paga.

Veja: LauncherPro para Android.

LauncherPro 0.8.4 para Android tem correções, widget de email e maisAdobe Air do Android atualizado para a versão 2.6BerryBuzz para BlackBerry 3.2.18 suporta novos aplicativosSelecionar e copiar texto ficou mais fácil no Gmail do AndroidDolphin Browser HD já suporta o Android 2.3Na(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Grátis, Launcher, Utilitários. Coloque nos favoritos esse link.

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SPB Shell 3D 1.1 para Android chega com novidades diversas

No fim de março foi lançado o SPB Shell 3D para Android, que recebeu depois algumas atualizações, principalmente para correções de problemas.

Agora a SPB acabou de disponibilizar a versão 1.1 do SPB Shell 3D para Android, com algumas novidades:

Suporte a fundos de tela animados;Widget 3D para aniversários;Lista 3D para rolagem pelos programas;Suporte a eventos para todo o dia;Painel de calendário redesenhado;Opção de widget livre;Correção de bugs relacionados a estabilidade do aplicativo;Melhorias da performance e consumo de memória.

O programa transforma a tela principal do Android em um ambiente 3D, onde é possível mudar rapidamente entre as telas, com gestos simples. Os recursos de pastas inteligentes, com acesso fácil aos programas direto da tela principal, e os widgets em 3D para diversas funções, como hora mundial e previsão do tempo, são intuitivos e poderosos.

Além dos widgets específicos da SPB os usuários podem colocar nas telas todos os widgets disponíveis para o Android.

O SPB Shell 3D roda de forma suave, mas é preciso possuir um smartphone com o Android 2.1 ou mais recente, e que tenha uma controladora gráfica compatível com o OpenGL ES 2.0, e 9MB de espaço livre.

Esse é um ótimo programa, que demorou para chegar, mas está fazendo o maior sucesso, apesar de não ser gratuito.

Assista ao vídeo com alguns recursos do aplicativo:

Veja: SPB Shell 3D para Android.

representação teatral, peça dramática, ação notável, coisa realizada, atuação, realização, execução, cumprimento, proeza [performance]SPB Shell 3D para Android chega com recursos muito bons, mas custando caroSPB Mobile Shell agora na versão 3.7 para SymbianPhoneWeaver 1.3 para Android com várias novidadesSPB Mobile Shell 3.7.1 para SymbianSPB Mobile Shell no Sony Ericsson Vivaz

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Novo Guia de Smartphones Android no Brasil

Já faz algum tempo que publiquei meu último post aqui. De lá para cá tenho me concentrando em projetos da minha empresa e outros relacionados a dispositivos móveis que espero poder divulgar em breve.
Recentemente algumas várias pessoas pediram minha ajuda para escolher aparelhos Android e por isso resolvi atualizar o Guia de Smartphones Android no Brasil que eu havia publicado em novembro de 2010 e trazia uma lista dos smartphones homologados e anunciados para o Brasil (novamente: nem todos ainda estão disponíveis no mercado). Interessados podem baixar o novo arquivo (no formato PDF) clicando neste link.

Boa escolha!

Seidi

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Com qual Android eu vou?

Então você (assim como eu) decidiu por migrar para o sistema operacional Android, foi à loja da operadora, pegou uma senha, esperou para ser atendido e quando pediu por um smartphone Android para o atendente, foi apresentado a uma dúzia de diferentes aparelhos. E agora: qual aparelho comprar?

Com a diversidade de opções, escolher um smartphone Android é como procurar por uma TV nova: cada marca e modelo possui características distintas e próprias que se distinguem de seus concorrentes. Logicamente o fator “preço” está diretamente associado com a “qualidade final percebida” do aparelho – em geral, aparelhos mais caros são melhores que os mais baratos. Mas nem sempre é necessário gastar uma quantia exacerbada adquirindo o modelo mais completo: muitas vezes um modelo mais simples (e barato) pode vir a atender todas as suas necessidades.

Como sempre menciono em meus posts, não seria coerente de minha parte apontar um smartphone (já que as necessidades e disponibilidade financeira se altera de pessoa para pessoa). No lugar disso, levanto questões sobre as principais características que considero relevantes na hora da compra – que podem ser estendidas a qualquer plataforma e sistema operacional.

Qualcomm Snapdragon

O processador é o “cérebro do smartphone”. Isso torna um tanto óbvio dizer que quanto mais rápido o processador, mais rápido será o aparelho. Mas a grande questão é que não existe apenas uma marca e um modelo de processadores no mercado: duas empresas constantemente disputam a liderança – a Qualcomm e a Texas Instruments.

A Qualcomm  fabrica duas séries principais de processadores: a MSM72xx e os Snapdragon QSD82xx. A série MSM72xx é mais antiga: começou com os problemáticos processadores de 400Mhz (MSM7200/7201), passando para 528Mhz (MSM7200/7201 e posteriormente os MSM7225), para os 600Mhz (MSM7227) e mais recentemente os 800Mhz (MSM7230). Tratam-se de processadores de múltiplo-uso: que atenderão bem à maior parte das tarefas, mas que não podem ser exigidos quanto à capacidade de processamento gráfico (jogos 3D e reprodução de filmes em HD).

HTC Desire HD com novo Qualcomm Snapdragon

Para o “trabalho mais árduo”, a Qualcomm possui a série Snapdragon com dois processadores de 1Ghz: o QSD8250 (que chegou ao mercado no ano passado mas ainda pode ser considerado “atual”) e o QSD8255 (mais novo, que traz melhorias para o processamento gráfico). Os Snapdragon trazem um núcleo de processamento gráfico específico chamado Adreno e sua velocidade atingirá os 1,3Ghz e 1,5Ghz ao longo do ano de 2011.

De outro lado, a Texas Instruments (TI) fornece uma série de modelos com velocidades variando entre 600Mhz (OMAP3430), 720 Mhz (OMAP3410) e 1Ghz (OMAP3620/OMAP3630). No passado a fabricante apresentava um desempenho melhor que a Qualcomm, porém hoje a percepção de desempenho se emparelha considerando processadores com o mesmo clock/velocidade. Os processadores TI mais velozes utilizam o núcleo de processamento gráfico PowerVR SGX5xx (o mesmo utilizado nos iPhone), que apresentam excelentes resultados na reprodução de vídeos e jogos.

Samsung Hummingbird de 1GHz

A Samsung produziu no último ano um processador de 1Ghz chamado Hummingbird S5PC110 de 1Ghz que traz o processador gráfico PowerVR SGX540 e pode ser encotnrado em toda a sua linha Galaxy S. O interessante é que segundo especialistas o Hummingbird parece ter a mesma arquitetura do Apple A4 (poderoso processador utilizado no iPhone 4) o que conferiu à série Galaxy S um desempenho invejável entre os Androids, reposicionando a Samsung no segmento. Apenas como referência, o Galaxy S é capaz de processar 90 milhões de triângulos por segundo contra 22 milhões do HTC Nexus One (Qualcomm Snapdragon QSD8250 de 1Ghz + Adreno 200) e 7 milhões do Motorola Milestone (Texas Instruments OMAP3430 de 600Mhz + PowerVR SGX530).

Ficou muito complicado?

Tenha em mente qual será a finalidade de seu smartphone Android: funções multimídia (jogos com gráficos elaborados e vídeos em alta resolução) exigem um processador “mais rápido” (leia-se: 1Ghz); ao passo que leitura de e-mails, navegação, leitura e edição de arquivos do Office e outras tarefas associadas à produtividade podem ser executadas nos demais processadores.

Vale lembrar que, como um carro, um processador mais rápido é também mais “guloso” no quesito consumo de energia: é como comparar a autonomia de um Lamborghini Gallardo com um Fiat Uno. Ainda assim, os processadores mais rápidos poderão ser econômicos que os mais lentos. Como? Vamos tomar um exemplo: imagine que você irá realizar uma busca por um arquivo na memória do aparelho. Um processador Qualcomm Snapdragon de 1Ghz executará a função mais rápido que um Qualcomm MSM7227 de 800Mhz e, dependendo da tarefa, esta economia de tempo pode significar preservação da carga da bateria. São casos particulares, e não existe uma regra que defina a relação entre consumo e tarefa executada.

Quando falamos na tela do aparelho, há 4 características distintas que devem ser consideradas: tamanho, resolução e tecnologia e tipo de touchscreen.

Xperia X10 (4") e Xperia X10 Mini (2,5")

O “tamanho” é exatamente isso que você pensou: as dimensões da tela, normalmente caracterizado por um número em polegadas (unidade de medida norte-americana) tomado pela medição da diagonal da tela. Há aparelhos com telas muito pequenas (Sony Xperia X10 mini com 2,5”), chegando até às 4,3” (HTC Desire HD) e 5” (Dell Streak).

Lembre-se apenas de que telas muito pequenas tendem a ser difíceis de operar (principalmente no que diz respeito ao teclado on-screen) e que telas grandes aumentam consideravelmente o tamanho do aparelho. Outro detalhe fundamental: quanto maior a tela, maior o seu consumo de energia para gerar a iluminação necessária da mesma.

WVGA, VGA e HVGA

De outro lado a resolução é a quantidade de “pontos” (chamados pixels) que a tela possui. Quanto maior a resolução, melhor a qualidade da imagem – resoluções mais baixas apresentam aquele famoso efeito “serrilhado” nas fontes e cantos das imagens.

Existe uma grande variedade de resoluções entre os aparelhos Android disponíveis no mercado, entre as quais as mais comuns são: o HVGA (ou Half VGA, com 480 x 320 pixels), o VGA (640 x 480 pixels) o WVGA (ou Wide VGA, com 800 x 640 pixels) e o FWVGA (ou Full Wide VGA, com 854 x  600 pixels). Assim como o “tamanho”, a “resolução” também está relacionada com a quantidade de energia demandada: quanto maior a resolução, maior o processamento gráfico exigido e, por consequência, maior consumo.

Logicamente isso leva a outro ponto: ao escolher uma tela com maior resolução, é necessário escolher um processador com maior capacidade – apenas como referência: telas WVGA são encontradas em aparelhos que possuem ao menos 600Mhz.

Samsung Galaxy S (Super AMOLED), HTC Desire (AMOLED) e Xperia X10 (SLCD)

A “tecnologia” empregada na tela também é outro fator a ser considerado. Basicamente encontraremos 4 tipos de tecnologias diferentes: a LCD, a SLCD/Super LCD (Sony), a AMOLED (dominada pela Samsung) e a SAMOLED/Super AMOLED (exclusiva da Samsung).

A LCD pé a mais comum e está presente na maioria dos aparelhos disponíveis, enquanto que a SLCD é adotada por alguns poucos (entre eles os últimos modelos da HTC). Embora ambas partam do mesmo princípio (uma placa de cristal líquido com iluminação traseira), a qualidade do SLCD da Sony é superior ao LCD convencional: mostrando melhores brilho e qualidade de cores. A tecnologia AMOLED age de maneira diferente: consiste em uma malha de pequenos pontos luminosos (LEDs) e, por isso apresentam maior brilho e vivacidade em cores que as imagens obtidas nas LCDs. A Super AMOLED (tecnologia exclusiva da Samsung) traz cores ainda mais “vibrantes” que a AMOLED.

Um detalhe interessante: para compor a cor branca, as telas LCD/SLCD gastam menos energia (por haver “menos esforço” da tela de cristal líquido/ausência na composição de cores) que as AMOLED/SAMOLED (que precisam acender intensamente cada um de seus LEDs); enquanto que a cor preta é obtida com menos custo por estas últimas (que simplesmente “não ativam seus LEDs”, obtendo a cor negra) que pelas LCD/SLCD. Este fato causou um certo “mito” em relação às telas AMOLED/SAMOLED que seriam mais econômicas que as LCD/SLCD. Na média de uso é verdade… mas a autonomia das AMOLED/SAMOLED será diretamente influenciada pelas cores utilizadas pelo sistema operacional e gráficos dos programas rodados no smartphone, podendo facilmente inverter esta relação.

Por fim, o “tipo de touchscren” influencia bastante em sua experiência de uso com a tela do aparelho. Há dois tipos de tecnologia de telas sensíveis ao toque utilizadas pelos fabricantes: a resistiva e a capacitiva.

As telas resistivas são compostas por um “sanduíche de camadas” que ao serem pressionadas fazem contato umas com as outras permitindo a detecção do toque. Assim, é possível utilizar qualquer objeto (caneta, stylus, etc) para acionar esta tela dando uma “maior precisão” em alguns casos. Por suas características, é necessário realizar certa pressão sobre a sua superfície o que também significa que a camada mais externa terá de ser feita com algum tipo de polímero/plástico, sendo mais suscetível a riscos. Além disso, com o tempo (leia-se: alguns vários anos), estas telas tendem a desgastar, perdendo sua capacidade de detectar o contato com acuracidade. Um último detalhe: elas são incapazes de detectar “naturalmente” o multitouch.

As telas capacitivas são mais caras e a tecnologia em seu desenvolvimento é mais complexo: elas detectam “flutuações” de energia em toda a sua extensão, ou seja: é necessário o contato da pele ou o uso de canetas/stylus específicas para esta tela. De outro lado, sua sensibilidade é maior (não é necessário fazer qualquer tipo de pressão sobre ela), não oferece o mesmo desgaste que as telas resistivas ao longo do tempo, oferece multitouch e podem ser produzidas com vidro (diminuindo a chance de riscos, mas tornando-as mais frágeis à queda).

Assim como nos computadores, a quantidade de memória influencia na capacidade de execução de programas e armazenamento de informações. A memória RAM dos smartphones têm influência direta sobre o desempenho e a quantidade de aplicativos que podem ser executados simultaneamente; enquanto que a memória ROM é responsável pelo armazenamento de informações do aparelho.

Algumas destas informações podem ser armazenadas na memória estendida: cartões de memória do tipo micros que podem ser adquiridos e inseridos no aparelho. Em geral, os smartphones Android conseguem gerenciar cartões microSD de até 32GB de espaço.

Mas se temos a capacidade de gravar dados em cartões microSD, então a memória ROM é irrelevante, certo? Errado.

Todos os dados de contatos, calendário/agenda e mensagens recebidas são gravadas na memória ROM. Pior: até a versão 2.1 do Android, só é possível instalar aplicativos na memória ROM do aparelho; assim se você lotou a memória ROM de seu smartphone com jogos, possivelmente ele deixará de receber mensagens (e-mails, SMS, etc.) e mesmo funcionar adequadamente em pouquíssimo tempo.

É natural deixarmos de encarar um smartphone como um aparelho celular considerando que ele possui “1.001 utilidades”. Porém, o motivo principal de você estar carregando um no bolso é a comunicação. Neste sentido, é importante conferir sua conectividade, ou seja: a capacidade do aparelho de se comunicar e conectar.

Antes de tudo, é necessário saber que cada operadora de cada parte do mundo opera com uma ou mais tecnologias específicas (GSM, GPRS, 2G EDGE, CDMA, CDMA 1X RTT, 2G CDMA 2000, 3G HSPA/HSDPA/HSUPA, 3,5G HSPA+, 3G EVDO, 4G WiMAX, 4G LTE, etc.) e cada uma dessas funciona utilizando uma determinada frequência. Assim, aparelhos que possuem compatibilidade com a tecnologia GSM de 850Mhz não funcionarão em uma operadora GSM de 1.900Mhz. Felizmente, existem apenas 5 faixas de operação GSM/GPRS/EDGE (sendo uma exclusiva dos Estados Unidos) e normalmente os smartphones possuem a capacidade de operar nestas quatro frequências, o que chamados de quadbanda ou quadband. A questão fica na compatibilidade da tecnologia 3G HSDPA/HSUPA/HSPA: o Brasil opera com as frequências 2.100Mhz e em algumas regiões com a 850Mhz (que aos poucos está sendo migrada para a 2.100Mhz). Por isso, alguns aparelhos europeus (que são dualband nas frequências 900Mhz e 2100Mhz) podem não funcionar adequadamente em algumas regiões do Brasil. Convém contatar a operadora para verificar a compatibilidade de aparelhos com as frequências utilizadas em sua região.

Considerando que as redes 4G WiMAX e LTE não devem chegar tão cedo ao Brasil, é adequado nos concentrarmos em outras opções de conectividade como WiFi e Bluetooth – que já estão presentes na maior parte dos aparelhos.

Os sensores se tornaram parte essencial dos smartphones e podem ajudar tanto na economia de bateria quanto na diversão.

O acelerômetro está presente na maioria dos aparelhos e detecta o movimento do mesmo. É utilizado em alguns programas para alternar a tela entre o modo paisagem (landscape) e retrato (portrait), além de ser utilizado em alguns jogos para a movimentação do personagem. Neste último caso, são ainda poucos os modelos (o Samsung Galaxy S é um exemplo) que trazem giroscópio/acelerômetro de 6 eixos – capaz de fornecer dados mais precisos sobre o movimento do aparelho.

Uma interessante função para o acelerômetro está na função BePolite dos Androids da HTC: ao receber uma chamada, o aparelho diminui o volume ao ser pego pelo usuário e a rejeita quando você o coloca sobre uma mesa de cabeça para baixo.

Além dele, sensores de luminosidade conseguem determinar a intensidade de luz do ambiente regulando o brilho da tela para maior conforto visual e economia de bateria; enquanto sensores de proximidade conseguem detectar a aproximação do aparelho ao corpo desligando a tela durante as ligações (quando o smartphone está próximo ao rosto, evitando “toques não desejados” na tela), por exemplo.

Câmera de 5mpx com dual LED Flash do HTC HD2

Atualmente as câmeras digitais estão tão incorporadas aos celulares que a opção de um smartphone não trazer tal funcionalidade parece inexistente. Contudo a escolha de um aparelho baseado em sua câmera traz alguns “mitos populares” que nem sempre são os mais acertados, por exemplo: “quanto maior a quantidade de megapixels, melhor a câmera”; “só compre se ela tiver flash”, ou (a melhor delas) “só vale à pena se tiver lentes Carl Zeiss”.

Se qualquer uma dessas alternativas fosse correta, o mercado de câmeras digitais estaria apenas correndo atrás de sensores CMOS capazes de obter a maior resolução possível e ignorando qualquer lente Hoya, Sigma, Nikon ou Canon. A verdade é que não é um elemento que traz a qualidade na imagem, e sim um conjunto bem ajustado: já vi câmeras em celulares com 8mpx que exibiram imagens com qualidade inferior à outras obtidas com celulares de 5mpx e até 3mpx.

Saiba que a presença de flash ajuda, mas é algo bastante questionável: em geral o tipo LED só é eficiente quando o objeto da foto encontra-se a menos de 1 a 1,5 metro de distância. Este valor tende a variar conforme a qualidade do led e sua quantidade (à exemplo os smartphones da HTC que possuem dual LED flash e alcançam bem os 10 metros de distância).

O Tamanho, o Peso e o Formfactor são quesitos que dependem essencialmente do gosto de cada usuário.

Motorola Milestone 2 (slider Qwerty), Samsung Galaxy S (candybar), Motorola Charm (candybar Qwerty), Motorola FlipOUT, Motorola Backflip

O Formfactor é o formato assumido pelo aparelho que pode ser: candybar (tradicional: um aparelho constituído de um “bloco único”, a exemplo do Samsung Galaxy S e Sony Xperia X10), slider Qwerty (que possui uma parte deslizável revelando um teclado Qwerty, como o Motorola Milestone), candybar Qwerty (um bloco único com teclado frontal, como o Motorola Charm), além de vários outros formatos proprietários (como o Motorola FlipOut que rotaciona metade de seu corpo para revelar um teclado Qwerty; e o Motorola Backflip que se abre como um clamshell, mas seu teclado Qwerty encontra-se na parte de trás do aparelho).

O Tamanho e o Peso são diretamente influenciados pelo Tamanho da Tela e Formfactor do aparelho: telas maiores e formatos com partes deslizáveis/rebatíveis tendem a necessitar de um maior número de componentes aumentando o tamanho e o peso do smartphone.

Mas como definir se um smartphone é bem construído ou não?

A primeira regra está na análise dos materiais empregados: o plástico utilizado deve ser de boa qualidade (uma boa medição pode ser feita através da área interna da tampa da bateria que normalmente não recebe o mesmo tratamento da pintura externa); a tela preferencialmente de vidro (ou ao menos de plástico de boa qualidade); o acabamento empregado, inluinco os botões devem ser justos e não apresentar folga; a presença de peças de metal (que evidenciam a preocupação do fabricante com a qualidade do aparelho); a qualidade da pintura; etc.

Uma segunda regra é realizar um pequeno teste de torção: colocando o aparelho em posição horizontal, segure cada um dos lados firmemente com uma das mãos e realize uma pequena torção – isso mesmo: “torça suavemente o aparelho” tomando o cuidado para não quebra-lo, logicamente. Durante este teste, é importante que você não sinta “folgas” nas peças e tão pouco escute rangidos de plástico ou metal. Logicamente haverá alguma folga no caso do smartphone possuir partes móveis. Contudo, estas partes não devem parecer “frouxas” – o que será facilmente percebido durante o teste.

Um último detalhe: tome cuidado com áreas de plástico que possuem pintura cromada: muitas delas tendem a ficar opacas/escuras com o uso pela ação do suor e gordura da pele.

É claro que quanto mais funcionalidades seu celular tiver, melhor. E, neste sentido, vale a pena verificar a existência de GPS (para localização em programas de mapas e navegação guiada), Rádio FM, receptor de TV, saída para a TV, etc. – valendo sempre sua percepção em relação à funcionalidade.

Contudo, há dois fatores que devem ser sempre analisados: o uso de conectores proprietários e a capacidade da bateria.

Conectores proprietários são verdadeiramente uma grande desgraça: você caba por ficar refém dos acessórios de uma determinada marca. A boa notícia é que há uma tendência ao uso do conector microUSB (para sincronismo com o desktop/notebook e carregamento) e do audiojack de 3,5mm (o que permite que você busque uma das diversas opções de fones de ouvido existentes no mercado).

Quanto à bateria, procure sempre aquela com maior capacidade: em geral os smartphones e a conexão 3G tendem a consumir uma grande quantidade de energia. Lembre-se que as baterias não possuem um padrão comum (elas tendem a variar em formato e capacidade conforme a marca e modelo) e que baterias sofrem com a ação do tempo (perdendo sua capacidade de armazenamento de energia). Por isso, aconselho a compra de aparelhos que possuam representação no Brasil, de modo que você possa facilmente adquirir uma bateria nova e, principalmente, original. Não esqueça que baterias falsificadas são perigosíssimas: aumentando os riscos de danificar o smartphone, explodir ou causar incêndios.

Por ser um projeto de código aberto, o Android abriu precedentes para a sua customização tomada por algumas fabricantes: HTC, Samsung e Sony customizaram toda a interface e experiência de uso do aparelho. Cada uma das interfaces possui prós e contras um tanto subjetivos: de maneira que apenas uma análise própria poderá revelar àquela que o usuário melhor se adaptará.

A interface HTC Sense UI

Mais importante que as interfaces é a versão do Android: a mais atual é a 2.2 conhecida como Froyo, porém a maior parte dos aparelhos existentes no mercado estão ainda na 2.1. Já há rumores sobre uma versão 2.3 (Gingerbread) e uma ainda uma 3.x (Honeycomb) – ambas sem data prevista de lançamento. Só aí já se percebe que é praticamente impossível considerar manter um smartphone sempre atualizado… ou ainda: que um aparelho possa sobreviver a mais de 2 anos no mercado. De qualquer forma, tenha em mente que experiência de uso obtida em versões 2.x é infinitamente superior às versões 1.x e, se a compra está sendo realizada agora, dê preferência sempre à versão mais recente.

Cada usuário possui uma predileção própria por uma marca: alguns consideram os celulares da Motorola melhores que os da Samsung, outros da Samsung melhores que os da Motorola. Muito tem a ver com o marketing realizado por cada empresa… mas muito, não.

Mais importante que a logo estampada no aparelho, é o relacionamento do fabricante com o usuário: como é a rede de assistências técnicas no Brasil? Há um SAC disponível? Os aparelhos desta marca dão muito problema? Qual é a percepção dos donos? A fabricante costuma publicar atualizações do software?… no mundo ok, e no Brasil? Os bugs encontrados nos celulares são corrigidos ou a empresa apenas os ignora?

Se você ainda tem dúvidas sobre isso, um exemplo: recentemente a Motorola mundial anunciou que iria atualizar seu consagrado Droid/Milestone para a versão 2.2 do Android até o final de 2010. Contudo a Motorola do Brasil informou que o update estaria disponível apenas lá fora. Foi necessária a comoção de vários usuários reclamando nas redes sociais para que a Motorola do Brasil mudasse de idéia e anunciasse o update do Android 2.2 para o primeiro trimestre de 2011. Pior ainda foi o que houve nos Estados unidos: a Samsung comercializou no ano passado um aparelho Android 1.5 chamado Behold dizendo que seria atualizável para a versão 2.x. Este ano a empresa voltou atrás informando que o Behold não teria hardware necessário para suportar as versões 2.x, restringindo a atualização para a 1.6.

Assim é importante analisar o passado da fabricante, afinal de contas, querendo ou não no momento em que você escolhe um smartphone (HTC, Sony, LG, Samsung ou Motorola), você está “se amarrando” à marca. Credibilidade é essencial.

Não existe uma “receita de bolo” para a escolha de seu smartphone Android: cabe somente a você avaliar os diversos aspectos que tornam um aparelho único. Lembre-se que dificilmente você encontrará um smartphone que atenda todas as suas necessidades ou que traga tudo o que os concorrentes trazem, por isso vale a pena criar um sistema de avaliação dando pesos/importância para cada característica desejada.

Perca algum tempo buscando reviews e a opinião de quem já possui o aparelho. Um bom local para pesquisas são as comunidades do Orkut (lá os usuários reportam bugs e pareceres sobre cada smartphone).

E, principalmente, não perca o foco: tenha sempre em mente a finalidade do aparelho. Campanhas publicitárias são atrativas, processadores poderosos e telas gigantes fazem os olhos brilhar… mas aq pergunta que deve ser uma constante é: você precisa mesmo de tudo isso?

Boa escolha!

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Adobe Flash Player 10.2 final para tablets Android disponível

Quando a versão 10.2 do Flash Player foi lançado, em março, a Adobe avisou que para os tablets a versão estava ainda na fase beta. Mas agora já está disponível a versão 10.2 final para tablets, assim como para smartphones Android.

As versões mais recentes do Flash Player 10.2 trazem correções de alguns problemas relacionados a segurança, suporte a processadores dual-core, e já deixa preparada a aceleração por hardware e maior integração para navegadores, em tablets com futuras versões do Android 3.

O Flash Player 10.2 roda no Android 2.2 ou superior, incluindo os tablets com Android 3.0.

Veja: Adobe Flash Player.

Adobe Flash Player 10.2 disponível no Android MarketAdobe Flash Player 10.1.106.15 disponível para AndroidAdobe Air do Android atualizado para a versão 2.6Firefox 4 para Android disponível para downloadCrie, edite e veja arquivos do Word, Excel e Powerpoint em tablets Android com o Quickoffice Pro HDNa(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Grátis, Internet, Navegador Web, Video. Coloque nos favoritos esse link.

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WordPress 1.4.1 para Android tem agendamento de posts

A versão 1.4.1 do WordPress para Android, tem muitas correções de problemas, e algumas novidades.

A maior delas é o agendamento de artigos, que podem ser consultados e alterados se necessário. Tem ainda a opção para adicionar uma senha para visualizar os artigos quando eles forem publicados, e autenticação HTTP para servidores que usam o recurso.

O WordPress é o mais usado nos blogs, e poder contar com uma versão atualizada no Android é sempre bom.

Veja: WordPress para Android.

WordPress 1.4 para BlackBerry traz correções e novos recursosWordMobi é o cliente do WordPress para o Symbian s60WordPress para Nokia na Ovi StoreUse o aplicativo Blogger para Android e blog do seu smartphoneTweetDeck para Android ganha nova versão betaNa(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Blog, Grátis, Redes sociais. Coloque nos favoritos esse link.

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Google Erath 2.0 para Android está otimizado para tablets

Acabou de ser lançada a versão 2.0 do Google Earth para Android.

A novidade é que agora o aplicativo tira proveito das telas maiores e processadores mais rápidos dos tablets com o sistema Android 3 (Honeycomb).

Dentre as novidades estão uma nova barra de ações que tem busca, minha localização, e camadas. Tirando proveito das telas maiores os usuários agora podem ver prédios texturizados em 3D, enquanto consultam fotos disponibilizadas pelos usuários.

O Google Earth roda no Android 2.1 ou mais recente. As novas funções para tablets são para os que possuem o Android 3.0 ou mais novo.

É um aplicativo que vale ter no seu smartphone ou tablet.

Veja: Google Earth para Android.

Explore o oceano com o Google Earth 1.1 para AndroidAdobe Flash Player 10.2 final para tablets Android disponívelGoogle Reader agora disponível para o AndroidCrie, edite e veja arquivos do Word, Excel e Powerpoint em tablets Android com o Quickoffice Pro HDGoogle Instant para Android e iOS disponível para vários paísesNa(s) categoria(s) Android com a(s) tag(s) Coisas legais, Grátis, Internet, Mapas. Coloque nos favoritos esse link.

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Aplicativo do Google Docs para Android é fraco

Demorou, mas finalmente o Google lançou na semana passada o aplicativo do Google Docs nativo para aparelhos com sistema Android.

Foi noticiado em todo lugar, e os primeiros comentários foram só elogios, mas ao analisar melhor o aplicativo é fácil perceber que ainda tem muito o que ser feito.

A parte boa do Google Docs para Android está na listagem dos arquivos e filtragem. Ele realmente facilita o acesso aos arquivos, principalmente para quem tem muitos.

Depois dessa fase vem a decepção. É complicado editar alguns arquivos, e em muitos casos não funciona direito ou nem mesmo funciona. O editor é na verdade uma versão do Google Docs disponível na Internet que se abre dentro do programa. Os recursos são bem fracos, e o usuário precisa estar conectado todo o tempo para poder editar e ver os arquivos.

Claro que em muitos casos o programa tem sua utilidade, e sendo gratuito não há do que reclamar, mas o fato é que para uma experiência decente para ver e editar arquivos tipo Office, como textos e planilhas, em smartphones e tablets com Android, o melhor continua sendo o QuickOffice ou outro aplicativo pago.

Veja: Google Docs para Android.

Edite arquivos no Google Docs Mobile em portuguêsEdite arquivos usando o Google Docs no Android e iOSAgora o Google para BlackBerry pesquisa no Gmail e DocsUse o aplicativo Blogger para Android e blog do seu smartphoneGoogle Reader agora disponível para o Android

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Promoção: GPS no seu Android é com o NDrive!

NDrive e Android

Tenho uma proposta bem interessante para os leitores do SeidiMobile que utilizam smartphones com o sistema operacional Google Android: que tal ganhar uma licença de uso do NDrive (no valor de 39,99 Euros) para o seu aparelho?

O NDrive é um aplicativo de navegação tipo turn-by-turn por GPS que possui mapas brasileiros, permitindo que seu smartphone Android o guie por varias cidades sem a necessidade de uma conexão persistente 3G (já que os mapas ficam armazenados no cartão microSD). A promoção é uma parceria entre o blog e a fabricante portuguesa do software.

E o que você precisa fazer para concorrer?

Primeiro acesse o site NDrive e faca o download do software em versão trial (teste por 7 dias) no site do fabricante, instalando-a em seu aparelho. Depois, redija um review do aplicativo publicando-o na área de comentários deste post (abaixo). Uma comissão de jurados da NDrive ira eleger os 4 melhores reviews publicados pelos leitores: um para cada dia da semana (o primeiro amanha e o último na sexta-feira) – portanto quem postar antes terá maiores chances! ;)

Os ganhadores serão contatados por e-mail (por isso preencham corretamente seus e-mails no campo de comentários) e terão seus reviews publicados na próxima semana em um post.

Boa sorte (e reviews) a todos!

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Celular e Smartphone, SMARTPHONE 3G, IPHONE 3GS, CELULAR COM WI FI, CEULAR TOUCH SCREEN

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